sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dicas para extrair mais da tecnologia

Li uma matéria interessante esses dias no New York Times. Ela dá dica de algumas coisas que podemos fazer para extrair mais de nossa vida tecnológica. Achei uma boa divulgar essa informação citando algumas das recomendações que acho mais compatíveis com nossa realidade brasileira.

Enfim, seguem as recomendações e seus respectivos comentários:

Compre um Smartphone.

Razão: Porque tendo acesso imediato aos seus e-mails, fotos, calendários e contatos, sem mencionar o vasto campo da internet, faz a vida mais fácil.

Como: Nessa parte o que o autor da matéria diz é real para os EUA, afinal, lá os smartphones são bem mais acessíveis. Segundo ele, um de segunda mão, você consegue até por $29. Aqui no Brasil o preço ainda está meio longe da realidade de muita gente. Mas com o tempo eles ganham campo, temos o Blackberry, o Iphone e outros que cada vez mais vemos por aí.



Pare de usar o Internet Explorer.

Razão: Porque enquanto a última versão trouxe muitos avanços, ao mesmo tempo torna o programa pesado, lotado de recursos que deixam o funcionamento mais lento.

Como: Passe a usar o Firefox ou o Google Chrome. Ambos são muito usados, rápidos e gratuitos. Há uma disputa acirrada entre esses dois, mas o Chrome anda tomando a liderança ultimamente em recursos e performance.

Faça upload de suas fotos para as Nuvens.

Razão: Porque você ficaria muito mais de por acaso um copo de café caísse no seu PC (ou mesmo um vírus) apagando anos de fotos da sua vida. Criar cópias digitais das fotos usando um serviço online é uma boa maneira de evitar qualquer incidente desagradável que possa talvez acontecer com seu PC. É também uma maneira fácil de compartilhar as fotos com amigos e família.

Como: Existem várias opções gratuitas na net. Priorizando a simplicidade, pode-se usar o Picasa, serviço do Google. Depois do upload inicial – o que pode levar um bom tempo, então é melhor deixar carregando e ir dormir – você terá um backup completo de todas as suas fotos. E, convidando as pessoas para ver suas fotos, privativamente, através de senhas, você não precisará mandar fotos por e-mails mais. Sempre que tirar novas fotos é só fazer o upload e mandar uma mensagem para seus amigos que eles poderão ver as fotos quando quiserem.

Configure para si um serviço de compartilhamento de arquivos.

Razão: Mais elegante do que enviar para si mesmo e para outros e-mails, é usar um serviço de compartilhamento. É fácil e grátis.

Como: Vá para o dropbox.com e faça uma conta gratuita. Você receberá um ícone para colocar na sua área de trabalho. Arraste e solte seus arquivos nesse ícone e eles serão imediatamente enviados para a nuvem. A conta gratuita libera um espaço de 2 gb (meio pequeno né); 50 e 100 gb estão também disponíveis, mas eles custam $10 ou $20 por mês.

Configure a conta em todos os outros computadores, e eles terão acesso aos mesmos arquivos. Você pode compartilhar no modo privativo ou no público. E, tendo um smartphone, você pode ter acesso a esses arquivos em qualquer onde estiver.

Consiga um pacote melhor de serviços com seu servidor de internet.

Razão: Porque não faz muita diferença para as empresas liberarem ou não alguns recursos gratuitamente. As empresas geralmente são indiferentes às necessidades dos clientes, mas são rápidos para oferecer promoções.

Como: Simplesmente ligue e peça – eles provavelmente liberarão algo. Outras táticas: Veja a velocidade da sua conexão usando dslreports.com/speedtest (ou o Rjnet); se é menos do que você está pagando, peça um upgrade gratuito. Ou então peça para falar com o setor de cancelamento. Isso geralmente os assusta.

Compre um monte de cabos para recarregar.

Razão: Porque você nunca deverá deixar a bateria de seus gadgets acabar. E os cabos são baratos. Você usa um smarphone? Tenha um cabo para recarregar no escritório, no carro e alguns em casa. Notebooks? O mesmo.

Como: Aqui o autor recomenda o eBay, mas acho que pra nós, está mais para o Mercado Livre, Submarino, Americanas e outros.



O texto original é de autoria de Sam Grobart. Aqui você pode ler o original que é mais completo, porém em inglês.

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