segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pai Rico, Pai Pobre, educação financeira que deveríamos ter.



Esse livro realmente é único. Acho que esse livro deveria ser de leitura obrigatória para todos. É como o “Mundo de Sofia”, o tipo de livro que após a sua leitura, muda-se completamente a maneira de se enxergar o mundo exterior; e por que não o interior também?
Mostra como vivemos durante tanto tempo com um sistema educacional falido, além de apontado para o nada. Treinado e criados pra sermos o eterno funcionário, eterno dependente. Impressionante realmente ver as coisas para esse ângulo.
Depois nos perguntamos sobre o porquê de termos tão parcos recursos tão mal investidos em nosso sistema educacional. Se depender do povo como um grupo majoritário, seremos pra sempre inertes e domesticados passivamente.

A genial viagem no tempo de Lovecraft.




Quando pego algo do Lovecraft hoje em dia para ler, já sei que vou gostar devido ao meu histórico de leituras de obras dele, histórico esse que não é grande.


Enfim, não tinha nem ideia de que esse livro falava de viagens no tempo quando o comprei para ler, e me surpreendeu, como sempre, como um tema "batido" como esse (apesar de na época do Lovecraft não ter sido assim um tema tão frequente) consegue ser tão rico e vasto.



Sou da época, ou geração, que quando se fala em viagens no tempo, a primeira coisa que se vem na mente é o filme "De Volta para o Futuro". Não desmerecendo o filme, é claro, pois se trata de um grande clássico do qual gosto muito; mas, a história de Lovecraft vai além, mergulha fundo em mundos grotescos e hediondos para nós, humanos, sem muitas perspetivas do conhecimento de vidas extraterrestres.



A transferência de mentes entre corpos de diferentes raças, através do tempo, foi algo com o qual não lembro nunca de ter imaginado, mas agora, após a ciência dessa "possibilidade", não soa tão insólito no âmbito literário, mas especificamente na fantasia e ficção ciêntifica.
É como um clique repentino dizendo "Como não pensei nisso antes?"


segunda-feira, 25 de março de 2013

Azincourt - Bernard Cornwell


Recentemente terminei uma leitura que veio se prolongando devido a falta de tempo que aumentou muito nas últimas semanas. E essa leitura foi de Azincourt, de Bernard Cornwell, livro que retrata a batalha de Azincourt, que aconteceu no dia 25 de outubro de 1415, dia de São Crispim.

O livro mostra a vida de um arqueiro inglês, Nicholas Hook, personagem que viu e vivenciou todos os terrores e "glórias" da famosa batalha contra a França na localidade de Azincourt. Com grande maestria em detalhes, Cornwell retrata desde o cenário anterior ao que se configura  a batalha de Azincourt, começando com o massacre infeliz em Soissons, em 1414, e terminando na batalha de Azincourt em si.

Excepcional a pesquisa realizada por Cornwell sobre os costumes e armamentos da época. É muito rica a descrição em detalhes sobre as armas, tais como: arco e flecha, maça, acha d'armas e armaduras diversas. São particularidades, pormenores que tornam o livro mais rico de informações sobre a época ainda.

O que achei interessante também, e evitando dar spoilers da história, foi a maneira como Cornwell mostra a vida naquela época, e ainda em cenários bélicos. A visão do confronto delineada vai de um simples camponês à visão do rei da Inglaterra, o Henrique V. Muitos eram "colocados" em meio a uma situação de vida ou morte iminente sem nem saber exatamente o porquê daquele conflito. Em situações precárias ao extremo, em meio a sujeira, dejetos, doenças, violência e sangue, o ser humano sobrevivia.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Grandeza e mistérios de Cnossos


Cnossos foi, indubitavelmente, a capital minóica de Creta. Foi o mais grandioso, mais complexo e o mais notável palácio de todos que são conhecidos por nós, e está localizado cerca de 20 minutos ao sul da cidade de Iraklio.

Cnossos foi desabitado por vários milhares de anos. Começou com uma estrutura neolítica em algum período do sétimo milênio a.C., e foi abandonado depois da sua destruição em 1375 a.C., o que marcou o fim da civilização minóica. O primeiro palácio na colina ao lado do rio Krairatos foi construído por volta de 1900 a.C. sobre as ruínas de estruturas anteriores. Ele foi destruído pela primeira vez juntamente com outros palácios em Creta por volta de 1700 a.C., provavelmente por um grande terremoto ou invasão de algum povo estrangeiro. Foi imediatamente reconstruído de maneira ainda mais elaborada e complexa. Até seu abandono foi danificada diversas vezes durante terremotos, invasões, e, em 1450 a.C. pela colossal erupção do vulcão de Thera, e a invasão dos micênicos que o usaram como sua capital enquanto dominavam a ilha de Creta até 1375 a.C.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Django Unchained



Misto de sentimentos: A vida.
Isso é Django. Nele vemos e sentimos a ira e o “alivio” da justiça feita, o desprezo e o amor, a seriedade dramática, a tristeza intrínseca às cenas históricas do passado e a comédia.
Assim como nossa vida, Django mostra a dualidade entre o bom e o mau. Mas de que maneira? De uma maneira genialíssima. De uma maneira tanrantiniana.