segunda-feira, 8 de março de 2010

Nostradamus Decoded (Nostradamus Decodificado)


O fim do mundo, profecias avassaladoras, efeitos climáticos de grandes proporções e outras coisas mais certamente colocaram o assunto do fim do planeta na última moda. É fácil sinalizar isso, basta dar uma boa olhada em filmes e documentários recentemente produzidos, livros recentemente publicados ou republicados e até no meio musical.

Talvez, como um padrão de comportamento humano, quando estamos em situações de perigo iminente, tendemos a buscar um algo místico, algum tipo de apoio não-comum, para explicar e talvez solucionar a situação. Então, diante dessa situação de catástrofe mundial, ressurge essa procura pelas palavras proféticas de antigos sábios.


Hoje vi um documentário na Discovery Channel que se chama “Nostradamus Decoded” (Nostradamus decodificado). Achei bem interessante a abordagem desse documentário por que ele foi direto ao cerne da questão: a leitura e interpretação dos escritos originais de Nostradamus, visando assim evitar interpretações errôneas oriundas de erros de tradução.

De acordo com os estudiosos peritos no assunto, devido à maneira enigmática de Nostradamus escrever, suas palavras podem ser interpretadas de maneiras bem diferentes, que mudam bastante o significado das suas profecias. O documentário também é bem realista mostrando a possibilidade dele apenas ter se aproveitado da característica humana de tender ao misticismo, e assim buscado a fama e sucesso; somente escrevendo de maneira incerta e vaga, possibilitando propositalmente a “adaptação” quase infinita de realização das suas “profecias”.

Enfim, o documentário trilha pelas mais famosas quadras de Nostradamus, explicando o que ele realmente escreveu e a linha de acontecimentos de um fato especial em questão, que muitos tomaram como profetizado. Assim mostra também o lado histórico da situação.

Achei muito interessante e gostei ainda mais de ver que está disponível no Youtube; não sei o que seria da nossa vida sem Youtube mais, aliás. Aqui segue a primeira parte (de 9 partes) do documentário. As outras partes só coloquei em link pra evitar a poluição visual por aqui:


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