sexta-feira, 21 de maio de 2010

Reflexão sobre um futuro qualquer


Outro dia me peguei a pensar sobre como os sistemas de pesquisas serão no futuro.
Pensei sobre o passado, onde (eu pelo menos) se pesquisava em bibliotecas (apesar de eu não ter as frequentado muito),  para fazer algum trabalho ou descobrir alguma informação. Nos livros velhos de sebos, com o cheio de poeira e tudo mais.

Hoje em dia é tudo na internet, tudo no Google. Não sabe quem pintou a Monalisa? Vamos ao Google. Não sabe qual é o Princípio de Bernoulli? Vamos ao Google. Não sabe fazer arroz? Enfim, tudo no Google.

Isso me faz pensar também na quantidade de informações personalizadas que o Google tem de cada usuário. São dados bilionários. E passamos tudo de graça, muitas vezes sem perceber. Mas isso já é outro assunto.

Possível futuro com tendências egípcias
Eu mesmo, não sei como seria se não existisse o Google. Tanto para diversão quanto para estudos, pesquiso tudo por lá. É a fonte inacabável de conhecimento, o conjunto de informações e experiências das pessoas do mundo, na internet.

Então, estava no banheiro raciocinando (lá é o lugar da casa onde mais paro para refletir sobre as questões do mundo). Aí me perguntei como seria no futuro. Nossos filhos e/ou netos comentando com seus contemporâneos: “Pô, ele (se referindo a nossa geração, no caso) é da época que se pesquisava no Google, Há-há-há!”. Com risadinhas de deboche e zombaria.

Um lampejo de visão me veio de repente. O lampejo que ataca quem percebe, mesmo que por um instante, e em breve se esqueça, que estamos no presente e que um segundo depois isso já é passado. Vai ver os aromas do banheiro estejam me fazendo mal.

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