quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O poder da crítica

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A crítica realmente chama atenção.


Durante esses dias pude notar como as críticas, mesmo as negativas e com intenções ofensivas, podem ser úteis e contribuem para o aumento do ato (ou cidadão) criticado.


Por exemplo, se eu não gosto de pagode e fico falando o tempo todo que não gosto de pagode, que é uma merda, que não tem cultura, etc, seja lá o que for, isso só atrai mais atenção para o pagode em si. Se eu critico algo estou sempre dando importância para aquilo. Estou gastando meu tempo em importando em não gostar da tal coisa publicamente.


Nesse sentido, entendo como uma maneira de equalização da pessoa que critica com o objeto ou a pessoa criticada. Se eu tenho tempo para gastar criticando algo que não gosto é por que considero isso importante para mim, pelo menos o suficiente para falar sobre.


A partir daí, o tiro pode sair pela culatra. Se uma pessoa age corretamente, e se torna alvo de críticas infundadas, essa pessoa pode acabar saindo melhor ainda da situação. Por outro lado a pessoa que criticou pode sair mal por criticar alguém que age corretamente. Justamente pelo que falei antes. A crítica coloca o objeto criticado em evidência, e se esse alvo de crítica é algo correto, bem visto pela maioria, a tendência é que sejam colhidos bons frutos para o alvo.


Não sei se consegui ser claro na explicação. Sempre acreditei nisso, mas só quando acontece perto de nós, ou com a gente mesmo, é que vemos a aplicação prática das teorias.


Se realmente não gostamos de algo, seja lá o que for, e não queremos ver esse algo por perto, a melhor maneira mesmo é não falar nada sobre isso; e sim falar do oposto, do que queremos realmente.


Muitas coisas tem indicado que as coisas andam dessa maneira, não sei se para outras pessoas também é assim, mas para mim faz bastante sentido.


Enfim...


(Na foto, um pagode maneiríssimo!)

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Um comentário:

.:.A Luciana.:. disse...

Criticar ou não criticar, eis a questão...

Abraço, Bond.