sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ode a Ernesto, O Eremita


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Eis que surge ele, sob o véu árido dos ventos do deserto.
Eis que perambula pela areia, vaga devagar, olhando a todos com sabedoria.
Eis que, com seus conhecimentos ilimitados, surpreende a massa.
Eis que, com sua perspicácia mental, aturde os inimigos.
Mil trombetas anunciam sua chegada
Porém, a nada disso ele dá valor
É humilde e servil, nobre profeta
O servidor ingressa em uma época tenebrosa.
Vírus mil para serem estrondeados
Eis que ele se aproxima com a salvação
Olha que lá vem ele, saracoteando pela avenida.
É ele, Ernesto, O Eremita, trazendo sua marmita.

Fonte: Extraído das tabuletas sagradas de Oluahp, o apóstolo primeiro.

2 comentários:

...::: A Luciana :::... disse...

Já te contei que eu leio estes seus escritos esperando pelas duas ou três linhas finais? São sempre as melhores, porra! kkkkkkkkkkkk

Não me conta o assassino de Treze à Mesa não... Juro que fico quietinha e não conto nenhum final de livro/filme pra você rs

Beijão, Bondico!

Daniel disse...

Valeu, Lu, mas não curti esse texto doido aí não, kkkk viajei demais, kkkkkkkk.

Pode deixar que não contarei o assassino então, kkkkk. Mas aí, acontece que eu agora não estou certo se foi esse mesmo que eu li, pode ter sido outro, mas preciso confirmar, kkkkkkkkk